quinta-feira, 31 de março de 2011

Suítes Novas no Solar das Margaridas


 A Pousada Solar das Margaridas,  inaugura uma  nova suite  que possui tudo aquilo que você necessita para viver momentos inesquecíveis em um ambiente criado sob medida para um público exigente e com estilo.





Os apartamentos constam com ar-condicionado, frigobar, TV 22" LCD, DVD Player, ducha pressurizada, secador de cabelos, closed , colchão box spring, chaleira elétrica, com vários tipos de chá, que podem ser preparados na própria suite.





 Isso garante a  Pousada  Solar das Margaridas um padrão de qualidade de serviços e excelência em atendimento aos seus hóspedes.


Venham conhecer a nossa nova suite e desfrute de um ótimo final de semana.




Na semana da páscoa o Solar das Margaridas  inaugurou outra suite, a decoração é um mix do rústico ao contemporâneo.



terça-feira, 8 de março de 2011

Paraty-Cunha interditada

Se você vier para Paraty, a Pousada Solar das Margaridas informa:

O DER informou que o trecho de terra de 9 km da estrada Paraty-Cunha, está interditado para carros de passeio e a obra de pavimentação está oficialmente interrompida pelo Governo Estadual. Depois que a via foi seriamente danificada por temporais, no início de 2009, a Prefeitura tomou a iniciativa de reconstruí-la e retomou o processo de pavimentá-la. Os recursos para a obra rodoviária, no montante de R$ 67,19 milhões, foram aportados em sua maioria pelo Governo do Estado e uma parte pela Eletronuclear.

A pavimentação deste trecho da estrada é um desejo antigo dos moradores, mas é dificultado pelo Ibama justificando possível impacto ambiental. São anos de polêmica. Uma das obras mais aguardadas na Costa Verde ainda não saiu do papel: o Ibama liberou a licença ambiental para a pavimentação da rodovia Paraty-Cunha, mas a Licença Prévia (LP) estava atrelada a diversos condicionantes que, depois de atendidos, o órgão ambiental pôde expedir a Licença de Instalação (LI), dando ao DER-RJ a autorização de iniciar o processo licitatório, a qual foi emitida no dia 10 de novembro. O processo licitatório foi concluído mas a obra ainda não começou.
Entre Paraty e Cunha existe uma distância de 48 km. De Cunha, até a divisa dos Estados do Rio de Janeiro e São Paulo, no alto da serra, a SP 171, já está asfaltada desde 1986. Na divisa (RJ 165) começa o trecho de alçada do Governo do Estado e não da Prefeitura Municipal. Na descida da serra são 12 km de muitas curvas e bastante pedras, difícil acesso com qualquer tipo de carro. Não há sinal de telefonia celular nem há acostamentos. Há diversos atoleiros e precipícios.

O trajeto da atual estrada Paraty-Cunha é usado desde o século XVII. Na época da colonização, o trecho da Estrada Real conhecido como Caminho Velho era usado para levar escravos e trazer ouro de Ouro Preto (Vila Rica, na época), em Minas Gerais. Existe um embargo da Justiça impedindo qualquer trabalho de alargamento ou reparo no trecho da serra exatamente nos 12 km que estão dentro do Parque Nacional da Serra da Bocaina. Essa ação foi requerida pelos ambientalistas, via Ibama, sob a argumentação de que a estrada da serra asfaltada criaria desequilíbrios ecológicos e fortes impactos ambientais à flora e fauna. Hoje é certo que a Estrada Cunha-Paraty será restaurada para o tráfego, mas ainda não foi divulgada a data de início da obra.

Informou Dóra Castro - dora.cic@pmparaty.rj.gov.br

segunda-feira, 7 de março de 2011

Grupo Contadores de Estórias






Criado em 1971 e radicado em Paraty desde 1981, encanta platéias do mundo inteiro.
Conhecido pela qualidade do seu trabalho, o Grupo Contadores de Estórias foi fundado por Marcos e Rachel Ribas em 1971. Desde 1981 está radicado em Paraty. Já encantou platéias de mais de 15 países, tendo se apresentado em teatros e festivais importantes no Brasil e no exterior, sempre aclamado pelo público e pela crítica especializada.



Apresentando-se regularmente no Teatro Espaço, às quartas e sábados, tem conquistado um público sempre crescente, e suas apresentações viraram programa obrigatório, sendo recomendadas pelos principais guias e publicações culturais e turísticas de todas as nacionalidades.

“Ao final da apresentação sem palavras, fica a extraordinária sensação de que as figuras em miniatura são mais reais que os humanos.”
Stephen Holden – The New York Times


quinta-feira, 3 de março de 2011

OS ÍNDIOS GUARANY












 A presença Guarani em terras paratienses reconta a tempos muito antigos onde o mito da "Terra sem Mal" os trouxe para o litoral sul-fluminense.

A proximadamente do mar e a riqueza da Mata Atlântica tansformaram-se em abrigo ideal para este povo resistente que luta diariamente para perservar suas culturas e tradições.
 
  
  
                   
História dos guarani no litoral

A presença dos guarani no litoral do Rio de Janeiro liga as correntes migratórias proveniente do oeste que vem descendo desde o princípio do século XVII, o movimento das jornadas seria a busca da "terra sem males" ou em guarani yby opa e yby maray.

Na sua relação com gente estranha exigem que o gurani se presente vestido. A função da indumentaria ocidental é aparentar civilidade evitando assim críticas e zombaria sendo-lhes mais fácil conservar os seus valores culturais aos quais não querem renunciar.

Economia


A eficiência economica do indivíduo não representa fonte de prestígio especial porque é predominante a produção e consumo comunitário e a orientação mística da cultura e o relevo dado à comunidade com o sobrenatural. Eles tem um predomínio extraordinário da da religião em todas as esferas da cultura inclusive na economia.

Os principais cultivos são de arroz, feijão, arroz, mandioca, cana de açúcar, batata doce, amendoin e tabaco.

O significado pirapiré é traduzido como moeda ou dinheiro. Existe para ser gasto, não se trata de economizá-lo e sua poupança não tem função alguma.Os trabalhos na aldeia podem ser indivíduais ou coletivos em multirão, puxirão ou pytybó, tanto na agricultura como nas construções.



Caça e Pesca


A caça e a captura de animais fazem parte das atividades cotidia nas do guarani.
Eles usam vários tipos de arapuca chamadas mondeu e também em algumas armas dos brancos. Em conseqüência dos contatos culturais, a técnica de fabricar armas tradiconais passo a ser uma atividade comercial. Para a pesca eles usam técnica de parí ou mondeu para peixe.


Vivendas


As casas tradicionais dos Mbyas são feitas de pau pique e telhadas com folhas de guaricanga (espécie de palmeira) ou sapé.

Para construção da Opy ou cada rezas são usadas de pau a pique.

Achefia da comunidade é feita pelo cacique. O vice-cacique é o lider espiritual, Nhanderú ou cheramoi, secundado pelos yby raija.







Carnaval 2011


Paraty - Carnaval
DE 04 A 08 DE MARÇO DE 2011
A cidade histórica de Paraty festeja o carnaval de rua, como antigamente.
Todos os dias, a toda hora, é possível encontrar bonecões, mascaradinhos, fantasiados e todo tipo de gente animada brincando nas ruas. Aliás, esse é o espírito do carnaval de rua em Paraty: muita brincadeira nas ruas, de forma livre e descontraída.
Paraty é só alegria antes, durante e depois do carnaval. Durante o mês de fevereiro, a cidade já oferece uma programação completa de shows, que culminam com o tradicional Carnamar.


O Carnamar, que acontece no dia 20/02/2011, trata-se de uma competição entre embarcações previamente inscritas onde as escunas concorrerão nos critérios de premiação mais enfeitada e mais animada. Já as Baleeiras e Barcos de Pesca vão concorrer apenas ao conjunto de premiações que será mais animada e mais enfeitada.

Paraty conta atualmente com vários blocos carnavalescos: Os Paulos, Vamos Que Tô, Os Meninos do Pontal, Paraty do Amanhã, Acadêmicos da Patitiba, que desfilam e divertem no Centro Histórico e na Avenida Roberto Silveira.

Mas, o mais famoso deles é o Bloco da Lama. Sua originalidade e bizarrice tem atraído a atenção da mídia e a curiosidade do público. Criado num sábado de carnaval, há mais de vinte e um anos, por alguns amigos que banhavam-se na lama medicinal da Praia do Jabaquara e, ao se perceberem irreconhecíveis, decidiram brincar incógnitos o carnaval.
No ano seguinte, um grupo maior se reuniu e saiu em bloco no Sábado de carnaval, representando uma tribo pré-histórica: enlameados da cabeça aos pés, cobertos de trapos, carregando caveiras, cipós e ossadas, aos gritos de “uga, uga, rá, rá”! O Bloco da Lama tem, a cada ano, reunido um número maior de adeptos e sua passagem no sábado de carnaval, dizem, tem a função de espantar os maus espíritos e atrair a alegria para o Carnaval de Paraty.

Famoso no mundo inteiro, o Carnaval Paratiense atrai um público bastante animado todos os anos. São foliões de várias regiões do Brasil e do exterior que buscam na pequena cidade história muita animação durante os quatro dias de evento. Além dos blocos, o carnaval terá a participação do rei momo, banda Santa Cecília, e uma matinê na tenda montada na Praça da Matriz.
Marchinha do Zé Pereira