terça-feira, 14 de junho de 2011

FESTIVAL DE CAMARÃO EM PARATY






http://arteharmonia.com/album/Animais/slides/camarao.php
A comunidade da Ilha do Araújo, uma das maiores da região, mais uma vez convida paratienses e turistas para comemorar o Festival do Camarão, que será realizado nos dias 22, 23, 24 e 25 de maio, com o apoio da Prefeitura Municipal de Paraty e da Secretaria de Turismo e Cultura. O festival foi idealizado visando angariar fundos para a Festa de São Pedro e São Paulo, que tem início no dia 20 de junho. Além disso, o evento marca o fim do defeso do camarão, período proibido para a pesca do crustáceo, com fins de proteger a sua reprodução.
A comunidade de São Pedro e São Paulo divulgou que os organizadores estão recebendo de pescadores a doação dos camarões para a realização do Festival.
Além dos saborosos pratos, quem prestigiar a festa também vai curtir a boa música mecânica que estará animando o Festival todos os dias, e, no sábado, show da Banda Up Covers.
As delícias da culinária caiçara serão oferecidas ao público a um preço bem convidativo: R$6,00. Os pratos mais famosos do Festival são: camarão casadinho, strogonoff de camarão e o tradicional bobó. Mas não é só isso! Durante o festival, a comunidade também servirá outros pratos como porções de peixes da região, fritos ou grelhados. Em suma, iguarias típicas da gastronomia local poderão ser saboreadas à beira-mar, regadas com muita música!
Além da culinária, o público também encontrará na Ilha do Araújo peças artesanais produzidas por caiçaras locais. Por tudo isso, vale conferir os atrativos da comunidade de São Pedro e São Paulo, e prestigiar mais esse tradicional evento gastronômico em Paraty.
Sairão barcos do cais da Praia Grande durante todo o dia em direção à Ilha do Araújo, a partir das 10h da manhã, além dos barcos turísticos do cais de Paraty, nos horários regulares.
PROGRAMAÇÃO:
Dias 22 23 e 25/05
Local: Ilha do Araújo
Som mecânico o dia todo
  


Dia 24/05
Som mecânico
21h - Show Banda Up Cover's


FLIP 2011

FLIP 2011


Quarta-feira, 06 de Julho

19h - Conferência de Abertura

Oswald de Andrade: devoração e mobilidade

Antonio Candido
Debatedor: José Miguel Wisnik

Na mesa de abertura da Flip 2011, o maior ensaísta e crítico literário do país, Antonio Candido, discorre sobre a obra e a personalidade intelectual e artística do escritor com o qual manteve intenso diálogo literário e pessoal. A seu lado, o professor de literatura, escritor e compositor José Miguel Wisnik dá sua visão da potência utópica da Antropofagia de Oswald de Andrade.

21h30 - Show de abertura

Zé & Celso + Elza
Com José Miguel Wisnik, Celso Sim e Elza Soares

Quinta-feira, 07 de Julho

12h - Mesa 1

Lírica crítica

Carol Ann Duffy
Paulo Henriques Britto

Encontro de dois grandes poetas. Carol Ann Duffy, primeira mulher a ser indicada como “Poeta Laureado” do Reino Unido, aborda a sexualidade e a violência com intensidade subjetiva e rigor formal. Paulo Henriques Britto é um artífice do verso cujos exercícios de estilo dialogam com a poesia de língua inglesa (da qual é um de nossos maiores tradutores) para criar uma linguagem precisa e um lirismo com olhar crítico.

15h - Mesa 2

Marco zero modernista
Gonzalo Aguilar
Marcia Camargos

Mais moderno dentre os modernos da Semana de 22, precursor da poesia concreta e da Tropicália, Oswald de Andrade sintonizou as elites da Belle Époque brasileira com o espírito futurista e as contradições político-estéticas que eclodiram com a urbanização do país. Pesquisadores de nossa modernidade histórica e literária mostram as múltiplas facetas do poeta nativista que escreveu painéis romanescos e romances cubistas.

17h15 - Mesa 3

Ficções da diáspora
Kamila Shamsie
Caryl Phillips

Dois autores não ingleses de língua inglesa renovam a narrativa a partir da diáspora colonial e reafirmam uma tradição que vai além das fronteiras geográficas, incorporando choques culturais. Com a paquistanesa Kamila Shamsie, os traumas do século XX deságuam nos conflitos pós-11 de setembro; e, com o caribenho Caryl Phillips, diferentes gerações se encadeiam pela identidade racial.

19h30 - Mesa 4

O humano além do humano
Miguel Nicolelis
Luiz Felipe Pondé

O projeto iluminista de manipulação da natureza encontrou nas neurociências seu ponto culminante e, em Miguel Nicolelis, um de seus cientistas mais brilhantes. Mas as utopias modernas de emancipação do sujeito não cancelam nossas angústias, nossa precariedade essencial, costuma lembrar o filósofo Luiz Felipe Pondé. O confronto desses pontos de vista revela os dilemas éticos para os quais confluem ciência e filosofia.

Sexta-feira, 08 de Julho

10h - Mesa 5

Viagens literárias
Andrés Neuman
Michael Sledge

Em literatura, o contemporâneo sempre dialoga com a tradição e o passado sempre reverbera no presente. Em O viajante do século, o argentino Neuman mergulha em tertúlias do século XIX para identificar tensões que se prolongam em nosso milênio. E em The more I owe you, o norte-americano Sledge refaz, com sensibilidade contemporânea, o amor entre a urbanista brasileira Lota de Macedo Soares e a poeta Elizabeth Bishop.

12h - Mesa 6

Pontos de fuga
Pola Oloixarac
valter hugo mãe

Toda ficção elege um ponto de vista que se comunica de modo oblíquo com o mundo objetivo. A ficção moderna, porém, explicitou o caráter parcial desse olhar, “desrealizando” o próprio real pela paródia e pela alegoria. Irônica é a maneira como Oloixarac relê o cerebralismo da literatura argentina; e alegórico é o modo como valter hugo mãe recria universos arcaicos que sobrevivem à exaustão da realidade.

15h - Mesa 7

Laços de família

Péter Esterházy
Emmanuel Carrère

Com o húngaro Péter Esterházy e com o francês Emmanuel Carrère, as memórias familiares e as vivências pessoais derivam em narrativas que transcendem o registro confessional, diluem as etiquetas da “prosa autobiográfica” ou da “autoficção”, e convivem com realizações estritamente ficcionais, mostrando a inesgotável capacidade de renovação da linguagem romanesca.

17h15 - Mesa 8

Noturno italiano
Antonio Tabucchi
Em conversa com Ignacio de Loyola Brandão

O italiano Antonio Tabucchi é indissociável da cultura de língua portuguesa. Tradutor de Fernando Pessoa e Carlos Drummond de Andrade, várias de suas obras são ambientadas em Portugal – como Afirma Pereira e os contos de Mulher de Porto Pim (fruto de sua experiência nos Açores). Tabucchi conversa sobre sua dupla identidade literária com o escritor Ignácio de Loyola Brandão, de quem traduziu o romance Zero, em 1970.

19h30 - Mesa 9

A ética da representação

Claude Lanzmann 

Em mais de nove horas com testemunhos de sobreviventes judeus dos campos de extermínio nazistas, o documentário Shoah, de Claude Lanzmann, problematizou a ética da representação do horror ao dar voz às vítimas da catástrofe. Por trás disso está o pensamento do diretor e intelectual francês, que lança na Flip o livro A lebre da Patagônia, em que relembra suas relações com Simone de Beauvoir e Jean-Paul Sartre.

Sábado, 09 de Julho

10h - Mesa 10

No calor da hora
Enrique Krauze
John Freeman

John Freeman, editor da revista britânica Granta, e Enrique Krauze, criador das revistas mexicanas Vuelta (com o poeta e Nobel de Literatura Octavio Paz) e Letras Libres, falam do desafio de fazer a crítica do presente – que, no caso de Krauze, inclui também o mapeamento dos messianismos políticos da América Latina, tema do livro Redentores (que o historiador mexicano lança na Flip).

12h - Mesa 11

A história em HQ
Joe Sacco

A obra de Joe Sacco representa uma das formas mais ousadas de captar o fluxo dos acontecimentos da atualidade: a história em quadrinhos. Com rigor jornalístico e sensibilidade para os sofrimentos do homem concreto, Sacco transpôs suas experiências em regiões conflagradas como os Bálcãs e a Palestina para a linguagem das graphic novels, dando corpo e rosto aos flagelos da política contemporânea.

15h - Mesa 12

Ficção entre escombros
Marcelo Ferroni
Edney Silvestre
Teixeira Coelho

Três escritores brasileiros que representam as fraturas sociais através de dramas individuais. Teixeira Coelho flagra momentos traumáticos do século XX e subjetividades dilaceradas. Ferroni, em seu romance de estreia, introduz nos momentos finais de Che Guevara a patética imponderabilidade do acaso. E Edney Silvestre comenta seu novo livro, um romance ambientado na era Collor.

17h15 - Mesa 13

Alegorias da ilha Brasil
João Ubaldo Ribeiro

Fazendo de sua ilha natal um microcosmo tão grande quanto o mundo, o escritor baiano sintetiza as linhas de força do romance brasileiro: um regionalismo que transcende o momento histórico, alegorias que violam fronteiras de tempo e espaço para apreender as mais candentes questões contemporâneas. Na Flip que homenageia a antropofagia de Oswald de Andrade, Ubaldo fala de uma obra que também reinventou o Brasil.

19h30 - Mesa 14

Lugares escuros
James Ellroy 

Autor de livros que deram origem aos filmes Dália negra e Los Angeles, cidade proibida, Ellroy renovou o romance policial com uma linguagem que recria o jargão do submundo e aprofunda os temas da ficção noir. Crime e corrupção se mesclam a obsessões sexuais e violência racial numa visão crua dos EUA, além de incorporarem os fantasmas do próprio escritor, descritos em seus livros autobiográficos.

Domingo, 10 de Julho

10h - Mesa 15

Pensamento canibal
Eduardo Sterzi
Joao Cezar de Castro Rocha

“Só a antropofagia nos une”, afirma o Manifesto antropófago. O que Oswald de Andrade quis dizer? Que nossa “identidade nacional” consiste em devorar influências externas? Ou que a antropofagia constitui a dinâmica moderna de canibalizações da tradição? A antropofagia define o Brasil ou uma sensibilidade mais geral? São essas algumas questões abordadas por dois estudiosos da obra do autor homenageado da Flip.

11h45 - Mesa 16

Tour dos trópicos
David Byrne 

Um dos grandes nomes do universo pop, o compositor e cantor britânico fala de sua obra (que inclui desde o período em que liderou a banda Talking Heads até seu trabalho com cinema e fotografia), de seu diálogo com artistas da Tropicália e expõe seus projetos sobre urbanismo sustentável e transporte público discutidas no livro Diário de bicicleta.

14h30 - Mesa 17

Em nome do pai
Laura Restrepo
Héctor Abad

Um dos temas recorrentes na literatura latino-americana são as cicatrizes dos regimes ditatoriais. No caso da Colômbia, a chaga se reabre no contexto atual da guerra ao narcotráfico e da eclosão de forças paramilitares. Dois dos maiores escritores colombianos falam dos romances em que descrevem o permanente estado de exceção de seu país, com impactos sobre suas vidas pessoais e conexões com outras regiões do continente.

16h - Mesa 18

Macumba Antropófaga com leituras de livros de cabeceira 

Teatro Oficina Uzyna Uzona

A última mesa da Flip 2011, tradicionalmente intitulada Livro de Cabeceira, será incorporada ao espetáculo Macumba antropófaga, do Teatro Oficina Uzyna Uzona. Será excepcionalmente realizada na tenda do telão. 
Em um rito antropofágico, José Celso Martinez Corrêa e outros 22 atores interpretam o manifesto de Oswald de Andrade. Alguns autores da Flip serão convidados, na primeira metade do espetáculo, a ler trechos de seus livros preferidos. 

Evento excepcionalmente realizado na Tenda do Telão - Não recomendado para menores de 18 anos - Cenas de nudez - Consumo de bebida alcoólica 

 

FESTIVAL BOURBON - PARATY

Programação completa

De 17 a 19/06/2011
Bourbon2011.jpg
* Dois palcos com shows grátis de dia e de noite
* Buskers Street Band tocando nos dias 18 e 19
* Cinema
* Exposição de fotos nos dias 17, 18 e 19

DIA 17/06 - Sexta-feira
- Palco da Matriz -
21h30 - Roberto Fonseca
23h00 - Richard Bona
00h30 - Funk Como Le Gusta
DIA 18/06 -  Sábado
- Palco Santa Rita -
16h00 - Danny Vincent Blues Band - part. Guippo, Natália Alvi e 
Marcos Ottaviano
- Palco da Matriz -
21h30 - Miranda Kassin + André Frateschi
23h00 - Playing for Change
00h30 - Erica Falls

Dia 19/06 - Domingo
- Palco Santa Rita -
16h00 - Rhandal Jazz Trio
17h30 - Paulinho Lima & Super Soul - part. Marcio Eiras
- Palco da Matriz - 19h00 - Jane Monheit
20h30 - Oito do Bem
22h00 - Maria Gadú

domingo, 12 de junho de 2011

Festa do Divino


Sobre o Evento

A Festa do Divino acontece em Paraty desde o  século XVIII.  Trazida 
pelos colonizadores, é um dos maiores eventos culturais da   cidade e 
encontra-se em processo  de  registro pelo  Iphan,  como  Patrimônio 
Cultural Imaterial.
A   programação  da   Festa   do   Divino   é   intensa, com  onze  dias 
inteiros de missas, ladainhas, leilões, bingos, rifas, comidas  e  danças
típicas, além de shows musicais. Apesar de  tantas  atrações, o evento 
continua com o mesmo espírito comunitário, religioso e folclórico.
No último fim de semana da Festa  tem   a  tradicional  distribuição de 
comida ao povo e balas  para  as  crianças. A   Festa  acontece  todos
os anos, 50 dias após a Pascoa, no dia de Pentecostes.

Galeria de fotos deste evento:

A cidade enfeitada / paraty.com.br
A procissão / paraty.com.br
Apresentação do Marrá Paiá, da cidade de Cunha /paraty.com.br
Procissão e bandeiras / paraty.com.br