sexta-feira, 27 de maio de 2011

GAZETA DO POVO - Folga prolongada antes das férias de julho



FERIADO


O feriadão de Corpus Christi marca o início da temporada de inverno. Veja as opções de hospedagem em promoção

Publicado em 26/05/2011 | DA REDAÇÃO

















Litoral
Se comemorar o Dia dos Namorados com uma viagem vai ficar apertado na agenda – a data cai em um domingo – aproveite o feriadão para fazer um programa romântico. A pousada Solar das Margaridas, em Paraty, (RJ), tem esse perfil: preparada especialmente para casais, as 11 suítes têm nome de flor, que também inspira a decoração de cada uma.
Serviço:
Solar das Margaridas: de 22 a 26 de junho, pacote de R$ 1 mil para casal, com café da manhã e chá da tarde a partir das 16 horas. Informações pelo site www.solardasmargaridas.com.br.







Concurso escolherá cartaz do Festival da Cachaça de Paraty


A Secretaria de Turismo de Paraty anuncia o Concurso de Cartazes do XXIX Festival da Cachaça, Cultura e Sabores de Paraty. As inscrições podem ser feitas até o dia 03 de junho no Departamento de Marketing da Secretaria ou via e-mail. Poderão participar artistas plásticos e designs residentes na cidade.
Os trabalhos entregues serão expostos na Casa da Cultura no período de 03 a 09 de junho. Uma comissão julgadora, formada por personalidades de reconhecido valor na área do design e das artes gráficas, empresários e autoridades, avaliará as obras inscritas. A divulgação do resultado e a entrega de prêmios acontecerão no dia 10 de junho, em local a definir.
As inscrições devem ser feitas, impreterivelmente, até o dia 03 de Junho, até às 15 horas, na Secretaria de Turismo, situada à Avenida Roberto Silveira, n° 36 – Chácara; ou por e-mail, no endereço eletrônico turismo@pmparaty.rj.gov.br.
Mais informações e regulamento, entre em contato com a Sectur, por meio do telefone (24) 3371-2899, falar com Felipe Pádua ou Paulo Aielo.

O legado de uma revisteira - Priscilla Zamarioni

SOLAR DAS MARGARIDAS E A CASA DA CULTURA EM PARATY



"A esquina abre a Casa. No encontro da rua Samuel Costa e Dona Geralda, a Casa da Cultura apresenta a história, a vida de Paraty, inaugurada em 2004. A Casa da Cultura de Paraty é um espaço vivo administrado pela própria comunidade local”.

Passear pelas ruas de pedra da cidade significa passear pela história do país, ver a arquitetura colonial, descobrir a importância do porto para o escoamento de ouro e de café para a Europa, conhecer o rico trabalho das tribos indígenas que moram até os dias de hoje na região, e vivenciar as danças e as festas religiosas que ainda dominam o calendário de Paraty.


Viabilizada através de uma parceria entre a Eletronuclear, a Rede Globo, a Prefeitura da Paraty, a Votorantim e a Fundação Roberto Marinho, com o apoio da Springer Carrier, a Casa da Cultura de Paraty é uma homenagem aos paratienses, que conseguiram preservar essa história, e uma porta de entrada para aqueles que querem fazer uma viagem no tempo pela cidade.


A Casa da Cultura de Paraty é administrada pela própria comunidade local, constituída numa organização não governamental, composta das Associações Culturais, as Associações de Moradores e cidadãos interessados. 


Casa da Cultura de Paraty
Rua Dona Geralda, 177 - Centro Histórico – Paraty RJ - Cep: 23.970-000
Tel/Fax.: (24) 3371-2325 


Horário de funcionamento da Casa durante o período de horário de verão
De quarta a segunda das 10h às 18:30h 

Ingressos:
R$ 8,00
R$4,00 – estudantes e professores 
Entrada livre – paratienses, menores de seis anos e maiores de 65


Aproveite para nos visitar:
Pousada Solar das Margaridas
Rua C, nr 6 R - Vila Colonial
Tel: 024 3371-8688
WWW.solardasmargaridas.com.br







SOLAR DAS MARGARIDAS E A ASSOCIAÇÃO NHANDEVA











A Associação Nhandeva e uma entidade sem fins lucrativos que foi fundada por um grupo de artistas, Índios e no Índios,em novembro de 1997, para apoiar, revitalizar e resgatar partes das tradições perdidas dos atuais Índios Guaranis da região de Paraty estado do Rio de Janeiro, Brasil. Sua missão se centraliza na musica ancestral e nas manifestações artísticas através do artesanato buscando re-implantar todas as formas de arte que no passado eram usadas por ese povo. A Associação Nhandeva e uma entidade sem fins lucrativos que foi fundada por um grupo de artistas, Índios e no Índios,em novembro de 1997, para apoiar, revitalizar e resgatar partes das tradições perdidas dos atuais Índios Guaranis da região de Paraty estado do Rio de Janeiro, Brasil. Sua missão se centraliza na musica ancestral e nas manifestações artísticas através do artesanato buscando re-implantar todas as formas de arte que no passado eram usadas por ese povo.

Por motivo do aculturamento este povo ha perdido grande parte de seu acervo cultural, em no que se refere às artes tradicionais, como a cerâmica e o tear, por exemplo. Buscando em antigos registros e museus A Associação busca despertar a antiga memória Guarani em conjunto com as comunidades.


Por motivo do aculturamento este povo ha perdido grande parte de seu acervo cultural, em no que se refere às artes tradicionais, como a cerâmica e o tear, por exemplo. Buscando em antigos registros e museus A Associação busca despertar a antiga memória Guarani em conjunto com as comunidades.





























The perfect combination  of  a  voyage  to  Brasil links  the exuberant nature of the tropics and sub tropics with cultural aspects from the past and the present. Southern  Cross  Tours  &   Expeditions actively supports NHANDEVA.
 
 
Alguns dos projetos da Associação Nhandeva que estão buscando suporte.



Projeto Resgate da Cerâmica Guarani


Considerando a cerâmica Indígena Guarani uma importante fonte de expressão artística no passado, e

Uma possível e destacada fonte de renda si bem explorada na atualidade.

Historicamente reconhecida pela sua riqueza , as diferentes técnicas que foram usados pelos Guaranis históricos, no momento formam parte de acervos de museus e coleção particulares .

Ya na época o uso de varias técnicas peculiares diferenciavam esta cerâmica, dos demais povos Indígenas.

Voltara produzir este tipo de arte seria para o povo Guarani de esta região , no somente um momento histórico, como também a identificação com sua cultura original, sendo que a Cerâmica formava parte

Da vida cerimonial , sendo usada como furnas , e nas praticas rituais coletivas como recipiente do cauim

(fermento de mandioca o milho) e nos festivais como vasillamem, sendo que cada grupo familiar demonstrava suas habilidade na decoração das peças utilizando argila de varias cores e desenhos variados, esta atividade com o começo da ocupação Jesuíta foi extinta por ser considerada pagã .

Justificativa histórica

A ceramica e uma arte básica e fundamental, que não nesecita de outras artes para se mostrar, com sua qualidade e profundidade.

Sendo arte Indígena Americana em relação ao conteiudo e identificação e interpretação da sensibilidade do povo, no nosso caso Guarani Mbya.

Representando a mensagem, o sentimentoe o valor afetivo de cada peça o critério que permite julgar seu valor artístico.

Esta arte que tem sido funcional, não meramente estética , empregada com finalidade domestica, cultural e social. De caráter Popular, pois sempre foi praticada por todos, sem distinguir mestres ou artistas.

Encontra-se enraizada na própria historia, nas tradições e no médio deste povo Guarani.

Ate finais do século XVIII , a cerâmica culinária e as furnas funerarias do estilo tradiçonal , permaneceram entre os Guaranis. Encontram-se peças de 500 AC. Ate pouco depois da conquista., sendo o termo funerário para as vasilhas grandes, também estinadas a outras finalidades, guardar aloja- bebida feita de milho, outras de função ceremonial, enterradas junto com as funerárias.

As cerâmicas culinárias ou utilitárias, de diferente decoração

Geralmente se acham fragmentadas e foras dos grandes enterros.

Uma carateristica da cerâmica da época migratória (disperção dos Guaranis



A Associação Nhandeva justifica este projeto tendo em conta experiências anteriores , como a propagação do entalhe em madeira, e a manufatura do instrumento musical Yvyra piriri (pau de chuva) de rápida aceitação e expansão

Nas três aldeias da região e nos estados vizinhos.

Consideramos que o curso de resgate da cerâmica Guarani será rapidamente aproveitado e terá uma propagação positiva, acelerara a integração com outras artes, e propiciara a criatividades individual e grupal.



Coordenação

Apresentamos o Sr Roque González Menoret técnico em cerâmica como coordenador do projeto, com dez anos de pesquisas em cerâmica Guarani, Fala e escreve fluentemente o Guarani o que facilitará amplamente a comunicação com os alunos.

Sua carreira se desenvolve junto com varias Etnias em paises como México ,Peru , Argentina, Paraguai e Brasil.

A coordenação será de tempo integral nas Aldeia de Araponga e Paraty Mirim.



Justificativa

A Associação Nhandeva vem desenvolvendo um trabalho de mais de once anos junto às comunidades Indígenas da região, Indígenas Guaranis, e com os Índios Pueblos de Novo México USA.Seu trabalho de investigação e aplicação da arte em Cerâmica apresenta sólidas bases para recomendar esta matéria junto às comunidades Indígenas

Este treinamento permitiria as Crianças e adolescentes Indígenas compartilhar e realizar junto aos professores os benefícios da descoberta da arte perdida da cerâmica Guarani em suas vidas e tradições.Plasmando novamente nas aldeias

A tradicional queima indígena de fogo aberto e a cerâmica festival

Associação Artística Cultural Nhandeva
Rua do Comercio s/n Antiga Prefeitura Centro
Caixa postal 75047 Paraty 23970-000
Fone: 24-99428309



Projeto de replantio de cipó e taquara


Este projeto visa o re-plantio de variedades de cipó (phylodendron) Timbupeva ,Cipó Una e Taquara (chusquea Ramosisima) E Taquaruçu usados pelos Índios Guaranis para seu artesanato tradicional, Para o ajaka os Índios Guaranis Mbyas usavam para sua construção

Fitas de Bambu e tiras da casca do cipó imbé. que por falta de manejo adequado, pelos moradores da região chegaram quase aos limites da extinção.


Projeto

O projeto de replantio das variedades será feito nas duas Aldeias do Município de Paraty

Em viveiros apropriados para cada variedade.

Sendo que das variedades de cipó umas crescem do alto e outras partem do chão . tendo que se preparar as Mães dos cipós nas arbóres apropriadas.

E nas mudas das Taquaras tem que se procurar os locais apropriados para elas, fazer o viveiro para as mudas, antes de fazer o plantio final.

Custos
Sobre os custos favor pedir imformações para a Associação Nhandeva


Realização
O projeto será coordenado Pela Associação Nhandeva e realizado pelo Sr. Jarbas Alves de Sousa , Caiçara do Município de Paraty que trabalha, no plantio e lavoura no seu sitio na serra da Corrupira. Ele convive diariamente com o manejo dos cipós que ele usa para fazer todos os apetrechos de origem caiçara .

E aprendeu o manejo adequado de cada espécie, com a observação dos ciclos de cada variedade.












CURIOSIDADES DE PARATY DICAS DO SOLAR DAS MARGARIDAS

Paraty é o quinto município do Brasil mais procurado por turistas franceses e ingleses. E isso se confirmou no Natal. Pelas ruas do Centro Histórico, os brasileiros é que se sentiam fora de casa, de tanto "thank you" e "merci beaucoup". 


Considerada um dos conjuntos arquitetônicos coloniais mais perfeitos e harmoniosos do país, é no Centro Histórico que a maioria das coisas acontecem, concentrando as mais diversas atividades e festejos.



Igreja da Mariz de N.Sra. dos Remédios
Igreja da Matriz de N S Remédios - A primeira edificação de 1668 foi demolida e em seu lugar foi iniciada outra maior, construída em 1712, que por sua vez deu lugar à construção atual, iniciada em 1789 e concluída em 1873. É a maior igreja de Paraty, sendo a igreja da padroeira da cidade. A festa de N. S. dos remédios é a segunda maior festa religiosa da cidade, e é comemorada dia 8 de setembro.
Igreja de N. Sra. Rosário
Igreja de N. S. Rosário - Dedicada também à São Benedito, teve a sua construção iniciada em 1725 e destinava-se aos negros escravos que ajudaram na sua construção. Possui nos altares de São Benedito e São João Batista a mais importante talha das igrejas de Paraty, de sóbria elegância e unidade formal, destoando do altar principal, de feitura bem posterior.
Igreja de N. Sra. das Dores
Igreja de N S das Dores - Construída por piedosas senhoras em 1800, é dedicada aos santos da paixão.
Igreja de Sta. Rita
Igreja de Santa Rita - Construída em 1722 pelos pardos libertos, a arquitetura jesuítica apresenta nos elementos internos as características do barroco rococó. Nela funciona Museu de Arte Sacra de Paraty.
Capela de Santa Cruz da Generosa
Capela de Santa Cruz da Generosa - Construída no ano de 1901, em memória a um escravo liberto que morreu afogado no Rio Pereque-Açu, ao lançar tarrafa numa Sexta-Feira santa, quando a tradição não recomenda pesca em tal dia.
Casa da Cultura
Casa da Cultura - Usado como escola pública até o final do século XIX, atualmente abriga a Casa da Cultura, com exposição permanente sobre a cultura paratiense, utilizando recursos multimídia, um auditório, e exposições
Quartel da Patitiba
Quartel da Patitiba – Situado no Largo de Santa Rita, ao lado da Igreja de mesmo nome, nele funcionou a cadeia pública. Hoje abriga o Instituto Histórico e Artístico de Paraty e a Biblioteca Municipal Fábio Vilaboim.
Forte Defensor Perpétuo
Forte Defensor Perpétuo – Construído em 1703 e reformado em 1822, fica situado no Morro do Forte, apresentando uma vista privilegiada da Baía de Paraty. Atualmente funciona no local o Centro de Artes e Tradições Populares de Paraty e a exposição permanente Modo de Fazer. Importante não deixar de conhecer o paiol do forte.





PRAIAS, CACHOEIRAS e OUTROS PONTOS TURÍSTICOS
Cachoeira da pedra branca

 Praia de Parati-Mirim: Extensão aproximada de 800m e profundidade em torno de 0,7m. Águas mornas, calmas, transparentes e esverdeadas. Areias claras e alguns boulders espalhados na faixa da maré. Situa-se na foz do Rio Parati-Mirim e junto a Igreja de Nossa Senhora da Conceição.

 Praia da Conceição: Com a extensão de 200m, coqueiros e amendoeiras ornamentam o local. Águas transparentes, mornas, de tonalidade verde escuro. Areias claras e finas. Defronte encontra-se a Ilha dos Ratos. Um pouco além, a Ilha dos Meros, onde se praticam mergulhos e pesca com rêde.
 Praia de Iririguaçu/Iriri: Areias escuras e finas com suave declive. Águas verdes, mornas e apropriadas para a prática de banhos. Na extremidade, onde desemboca o Rio Iririguaçú há uma pequena barra. Pequenas embarcações podem ancorar nesta praia.
 Praia Jabaquara: Águas mornas, transparentes com fundo de areia e lama. Areia fina e escura com presença de conchas. Possui área de camping no local.
 Praia da Lula: Possui uma faixa de areia pequena, águas mornas, transparentes e de tonalidade verde escuro. Areia escura de grãos médios. Boulders e fragmentos rochosos povoam a faixa de areia.
 Prainha: Muito frequentada, e com água pouco profunda de tonalidade azul e transparente, com temperatura morna. Areias claras e finas. Próximo a área arborizada possui dois Campings


 Cachoeira de Iririguaçu: Possui dois saltos, com alturas de 4 m e 2 m respectivamente, com águas claras, transparentes e frias. Excelente para banhos, tanto nas piscinas como nas duchas naturais existentes. Próximo e acima da cachoeira existem três grandes piscinas naturais, com profundidade em torno de 2m.
 Cachoeira da Pedra Branca: Possui dois saltos de 5 m de altura, com águas transparentes e frias, propícias para banhos. O rio é cercado por vegetação densa de pequeno e médio porte e suas águas deslizam sobre lajes de pedra que formam pequenas piscinas e duchas naturais.
 Cachoeira Pedra Lisa/Taquari: Localizada em trecho de rio com corredeiras, não se caracteriza pelas quedas d’água, mas pela formação de várias piscinas, escorregas e duchas naturais. Suas águas límpidas, transparentes e frias são ótimas para banhos. A trilha de acesso até a cachoeira representa, por si, um atrativo à parte.
 Cachoeira do Tobogã: A cachoeira é formada por uma imensa pedra, por onde a aguá desliza, formando um excelente Tobogã, ótimo para se deslizar até uma pequena piscina natural de fundo de areia e pequenas pedras.
 Cachoeira da Usina: Local com grande quantidade de pequenas rochas. Além de pequenas quedas d'água, há tambem uma bela piscina natural, com área aproximada de 80m. Suas águas são transparentes e frias, em tom amarelado, devido às areias escuras do fundo do rio. Excelente local para banhos, pois além da piscina, há escorregas e duchas naturais. Próximo à cachoeira há uma pequena ilha na parte central do leito do rio.
 Poço das Lajes: Localizada a 300m próxima ao Poço; das Andorinhas, no local foi construido uma pequena barragem, que formou uma pequena piscina natural, cercada por imensas pedras, seu fundo é de areia. Subindo o rio, pelas pedras, é possivel alcançar o Poço das Andorinhas.
 Poço das Andorinhas: Caracteriza-se por dois grandes boulders dispostos sobre o leito do rio, com um estreito espaço entre eles, por onde jorram as águas que formam um salto de aproximadamente 3,5 m. Suas águas são claras, transparentes e frias, ótimas para banhos. No local existe um poço grande e fundo, e uma ducha natural. Alguns metros abaixo do poço, encontra-se um escorrega natural, muito procurado pelos visitantes.


Abertas as inscrições para o 2º Prêmio Belvedere Paraty 2011












A primeira edição se concluiu no més de maio 2010, mais de 1800 pessoas de 106 cidades do Brasil, de Manaus a Porto Alegre, 75 foram os inscritos confirmados de 8 estados brasileiros mais o E.U.A. 25 artistas foram selecionados para exposição na galeria Belvedere.
A vencedora foi Khaori Wakamatsu, de Mogi das Cruzes, SP, que recebeu o troféu das mãos da grande atriz Maria Della Costa. A jovem pintora foi em Florença Itália no mês de setembro 2010, recebida pelo representante do setor “Cultura della Provincia di Firenze”, dott. Sandro Belisario. Khaori abre agora sua xposição individual na galeria Belvedere.

A segunda edição 2011 tem como tema “a força da diversidade”. A diversidade é um tema muito debatido na cultura contemporânea, o dialogo entre localismos e globalismos procura uma explosão de novas poéticas cada vez mais corajosas, com o risco sempre presente da cair no vórtice do ridículo e do cativo gosto. Mas a diversidade está se tornando um bem cada vez mais raro, pois a globalização e a difusão das notícias nos assemelham mais e mais.
Afinal a diversidade é mais geográfica? Racial? Cultural? Geracional? Econômica? Sexual? Essa é a pergunta que o segundo prêmio Belvedere Paraty lança no ar.